Entre quadros e gerações: bordados tinogasta redefinidos
Palavras-chave:
Bordado tinogasteño, artesanato, Catamarca, aprendizagem situada.Resumo
Este artigo analisa o bordado de Tinogasta como uma categoria nativa que engloba práticas, relações e disputas em torno de um artesanato têxtil no departamento de Tinogasta, província de Catamarca, Argentina. Com base em trabalho de campo realizado entre 2016 e 2021 em Tinogasta e comunidades rurais como Villa San Roque, Santa Rosa e El Puesto, o artigo reconstrói como as bordadeiras distinguem entre “o bordado do passado” e “o bordado de hoje”. A análise se baseia nas contribuições da antropóloga Esther Hermitte, cuja tipologia de artesãs têxteis em Belén continua a oferecer insights para a compreensão de posições diferenciadas dentro do campo do artesanato. Também considera a noção de aprendizagem situada de Jean Lave e a perspectiva etnográfica reflexiva de Rosana Guber para examinar a transmissão do artesanato e o papel da pesquisadora. O bordado de Tinogasta é apresentado como uma prática social em constante redefinição, atravessada por continuidades e transformações, na qual os sentidos de pertencimento e identidade são disputados.
Referências
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Otras fuentes consultadas
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