Memorias Disidentes. Revista de estudios críticos del patrimonio, archivos y memorias

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Dossiê. Arquivos Restauradores: Disputas do Passado e Aberturas para o Futuro. Violência, Memórias e Práticas Arquivísticas na América Latina.

2026-03-28

Este dossiê dedicado aos "arquivos restitutivos" propõe abrir um espaço para discussão coletiva, crítica e situada sobre as disputas em torno dos arquivos na América Latina, considerando as temporalidades, justaposições e anacronismos que os permeiam; os modos de memória e imaginação com que se articulam; as materialidades que evocam; e as configurações de sensibilidade, afeto e experiência que mobilizam.

Editores convidados:

Dr. José Antonio Hernandez Curiel (UAM Xochimilco, México)

Dr. Camilo Vicente Ovalle (Diretor do Arquivo Histórico da Cidade do México - UNAM)

 

ABERTURA DA CHAMADA PARA ARTIGOS: 2 de maio de 2026.


ENCERRAMENTO DA CHAMADA PARA ARTIGOS: 30 de agosto de 2026

Saiba mais sobre Dossiê. Arquivos Restauradores: Disputas do Passado e Aberturas para o Futuro. Violência, Memórias e Práticas Arquivísticas na América Latina.

Edição Atual

v. 3 n. 5 (2026): Artesanato. Arte sensível vinda das margens
					Visualizar v. 3 n. 5 (2026): Artesanato. Arte sensível vinda das margens

Guiados pela hipótese de que o artesanato opera e contesta seus significados dentro de diversos regimes ontológicos simultâneos, e levando em consideração os debates em torno do lugar do artesanato no mundo da arte e do design, este dossiê se propõe como um espaço de reflexão sobre o artesanato, os artesãos e os ofícios artesanais. Nesta edição da revista Memorias Disidentes, convidamos trabalhos (artigos, poéticas, ensaios ou produções dos campos da arte ou do design) que abordem diversas perspectivas e questionem algumas das múltiplas dimensões da prática artesanal. Refletir sobre a prática artesanal implica também uma mobilização política que busca contribuir para a recomposição da ordem dominante, decididamente violenta, desigual e hierárquica. Interessa-nos considerar como a prática artesanal, a partir de uma posição "outra", desafia o extrativismo, a patrimonialização e a mercantilização, contestando os cânones do poder por meio do trabalho manual silencioso e cotidiano.

Publicado: 2026-01-31

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